Economia brasileira acelera sob Lula e recoloca Brasil no centro global

Da Redação

Crescimento do PIB, expansão do emprego, melhora da renda, retomada industrial e fortalecimento diplomático consolidam nova fase econômica do Brasil sob liderança de Lula em meio à crise global.

Depois de anos marcados por instabilidade política, desindustrialização acelerada, isolamento diplomático e crescimento econômico errático, o Brasil começa a viver um novo ciclo de reorganização econômica e reposicionamento internacional sob o governo Lula.

Os sinais aparecem em praticamente todos os indicadores centrais:
crescimento do PIB,
aumento da renda,
expansão do emprego,
fortalecimento do consumo,
retomada industrial,
reconstrução diplomática
e ampliação do protagonismo geopolítico brasileiro.

E talvez exista um detalhe ainda mais importante:
isso acontece num dos cenários internacionais mais turbulentos das últimas décadas.

O mundo atravessa simultaneamente:
guerra comercial entre EUA e China,
conflitos militares,
crise energética,
reorganização das cadeias globais,
avanço da inteligência artificial
e fragmentação crescente da economia internacional.

Mesmo nesse ambiente extremamente complexo, o Brasil voltou a crescer acima das expectativas do mercado financeiro.

A prévia do PIB divulgada pelo Banco Central apontou crescimento de 1,3% apenas no primeiro trimestre de 2026, com forte desempenho da indústria, dos serviços e da agropecuária. O dado reforçou a percepção de que a economia brasileira entrou numa trajetória mais sólida de recuperação.

Ao mesmo tempo, o mercado de trabalho apresentou melhora consistente.

O país voltou a registrar expansão do emprego formal, crescimento da renda média e fortalecimento do consumo interno. Programas sociais, ampliação do crédito e recuperação gradual do salário mínimo ajudaram a reaquecer setores importantes da economia popular.

Nos últimos meses, inclusive, pesquisas mostraram melhora da percepção econômica entre setores da classe média que anteriormente demonstravam forte desgaste com o governo.

Isso ajuda a explicar parte da recuperação política de Lula.

Porque existe uma dinâmica histórica relativamente constante no Brasil:
quando emprego, renda e consumo melhoram, o ambiente político também muda.

E Lula parece compreender isso profundamente.

Seu governo retomou uma estratégia clássica de fortalecimento simultâneo:
do mercado interno,
do investimento estatal,
da política industrial
e da reconstrução diplomática internacional.

A chamada Nova Indústria Brasil se tornou um dos principais pilares desse projeto.

O programa busca recuperar capacidades produtivas destruídas ao longo das últimas décadas e reposicionar o país em áreas estratégicas como:
semicondutores,
transição energética,
biotecnologia,
inteligência artificial,
infraestrutura,
defesa
e tecnologia avançada.

Ao contrário da lógica puramente financeira predominante em parte dos anos anteriores, o governo voltou a tratar industrialização como tema central de soberania nacional.

Essa mudança aparece também no debate sobre terras raras e minerais estratégicos.

Lula passou a defender publicamente que o Brasil não pode repetir o modelo histórico de simplesmente exportar matéria-prima bruta enquanto outros países concentram tecnologia, indústria e inovação.

A frase do presidente sobre terras raras sintetiza bem essa nova postura:
“o Brasil aceita parceria, mas não abre mão da soberania”.

O discurso possui enorme peso geopolítico.

Especialmente num momento em que Estados Unidos, China e Europa disputam ferozmente controle sobre:
lítio,
nióbio,
terras raras,
chips,
baterias
e infraestrutura tecnológica global.

O Brasil voltou a ser visto internacionalmente como potência estratégica.

E isso também passa diretamente pela figura de Lula.

Após anos de isolamento diplomático sob Bolsonaro, o país recuperou protagonismo internacional. Lula voltou a circular como liderança central do Sul Global, articulando relações simultâneas com:
China,
Estados Unidos,
União Europeia,
BRICS,
África
e Oriente Médio.

Essa capacidade de diálogo múltiplo recolocou o Brasil numa posição muito diferente daquela observada até poucos anos atrás.

Hoje o país aparece novamente como ator relevante:
nas negociações climáticas,
na reorganização econômica multipolar,
na disputa energética
e nos debates sobre governança tecnológica global.

Ao mesmo tempo, Lula tenta construir uma estratégia relativamente pragmática:
manter relações econômicas amplas sem abrir mão de autonomia política.

Isso ficou particularmente evidente nas negociações envolvendo:
China,
terras raras,
BRICS,
dólar,
tecnologia
e investimentos industriais.

O governo busca atrair capital estrangeiro enquanto tenta preservar capacidade nacional de decisão estratégica.

Existe também um fator social importante nessa retomada econômica.

Ao contrário do discurso ultraliberal predominante em parte do mundo, Lula voltou a colocar programas sociais, crédito popular e fortalecimento do consumo como motores do crescimento.

A ampliação do Bolsa Família,
os programas habitacionais,
o crédito para motoristas de aplicativo,
a retomada de investimentos públicos
e os estímulos à renda ajudam a explicar parte importante da recuperação econômica recente.

Isso não significa ausência de problemas.

O Brasil ainda enfrenta:
juros elevados,
pressão fiscal,
desigualdade estrutural,
dependência de commodities
e fragilidade industrial acumulada por décadas.

Mas a direção geral da economia mudou.

E talvez seja justamente isso que comece a produzir uma alteração mais profunda no ambiente político nacional.

Enquanto parte da extrema-direita mergulha em crises, investigações e desgaste institucional, Lula volta lentamente a ser associado:
à estabilidade,
ao crescimento,
ao emprego
e à reconstrução internacional do país.

Nos bastidores de Brasília, muitos já enxergam algo semelhante ao início de um novo ciclo lulista.

Não necessariamente igual ao dos anos 2000.

O mundo mudou.
A economia mudou.
A geopolítica mudou.

Mas existe novamente uma percepção crescente de que o Brasil voltou a possuir projeto nacional relativamente claro.

Um projeto baseado:
na reconstrução econômica,
na soberania,
na industrialização,
na multipolaridade
e no fortalecimento do papel do Estado como articulador do desenvolvimento.

Talvez seja exatamente isso que explique por que Lula voltou a crescer politicamente mesmo após meses difíceis.

Porque em períodos de instabilidade global profunda, lideranças que conseguem transmitir sensação de direção histórica tendem a ganhar força.

E hoje, gostem ou não seus adversários, Lula voltou a ocupar esse espaço no Brasil.

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