Da Redação
A Justiça de São Paulo confirmou a condenação de Thiago Brennand por estupro de estudante de medicina, com pena mantida em regime fechado — um criminoso violento que precisa permanecer preso
Na última sexta-feira, 22 de agosto de 2025, a Justiça de São Paulo manteve a prisão em regime fechado do empresário Thiago Brennand, reduzindo sua pena de 10 anos e 6 meses para 8 anos e 2 meses, em um dos crimes de estupro que o tornaram um estuprador impiedoso e perverso, atuando com violência e grave ameaça. A nova sentença também impôs uma indenização de R$ 100 mil à vítima.
O caso em questão remonta a 2016, quando a estudante de medicina foi vítima de um crime brutal. Em um dos episódios revelados no processo, Brennand foi flagrado em vídeo enquanto agredia fisicamente a mulher. A redução da pena, no entanto, não altera a gravidade do delito: o criminoso continua atrás das grades, como deve ser.
Essa sentença é apenas parte de um histórico de horror. Thiago Brennand responde a nada menos que nove processos criminais — entre estupro, tortura, ameaça, cárcere privado, lesão corporal, corrupção de menores, calúnia, injúria e difamação — e está preso desde abril de 2023, após ser extraditado dos Emirados Árabes.
As condenações anteriores incluem uma pena de 10 anos e 6 meses por estupro confirmada em 2023; outra de 8 anos por crime semelhante; além de 1 ano e 8 meses por agressão à atriz Helena Gomes, em uma academia. O ciclo de impunidade foi interrompido com estas decisões judiciais, e ele permanece encarcerado.
Thiago Brennand é, portanto, um estuprador bandido, uma figura que agiu com crueldade e acreditou estar acima da lei. Ainda que a pena tenha sofrido atenuação parcial, para quem praticou atrocidades como as dele, o único lugar aceitável é atrás das grades — onde deve permanecer até o cumprimento integral de sua condenação.


