Da Redação
O Ibovespa fechou o pregão com nova alta nesta terça-feira, alcançando 144.061,74 pontos, o maior patamar de fechamento de sua história. Esse recorde reforça o momento de otimismo entre investidores, alinhado à expectativa de que juros nos Estados Unidos possam começar a ser reduzidos.
Em paralelo, o dólar comercial apresentou recuo ao final do dia, com queda de aproximadamente 0,43%, cotado em R$ 5,298 na venda — este movimento ajuda a aliviar pressões sobre preços de importados e contribui para o otimismo com a queda dos custos de importação para empresas e consumidores.
O cenário externo contribuiu para esse desempenho: espera-se pelas decisões do Federal Reserve dos EUA, que podem confirmar a estratégia de flexibilização monetária. Internamente, indicadores de atividade sugerem uma leve desaceleração, o que amplia apostas de que o Banco Central do Brasil (Copom) mantenha a taxa Selic em 15% até que haja sinais mais claros de controle inflacionário.
Também foram observadas movimentações nos juros futuros (DI), que recuaram em boa parte da curva, refletindo o mau humor menos pronunciado no mercado global e a crescente confiança de que venha uma janela para cortes de taxas no Brasil.






