Fontes próximas à família Bolsonaro afirmam que o senador deixou o Brasil num avião particular com destino à Flórida, apesar da decisão do STF que o proíbe de sair do país. Flávio não entregou seus passaportes à Polícia Federal até o prazo das 11 horas desta terça-feira (27), e os documentos foram cancelados. A nova informação, divulgada pelo Metrópoles e repercutida pelo Brasil 247, amplia a suspeita de fuga depois da derrota para Lula. Autoridades brasileiras ainda não confirmaram o embarque, enquanto o governo argentino nega ter registrado a entrada do parlamentar.
Da Redação
A possível fuga de Flávio Bolsonaro para os Estados Unidos ganhou um novo e importante capítulo na tarde desta terça-feira, 27 de outubro de 2026. Segundo informações publicadas às 13h41 pela coluna Grande Angular, do Metrópoles, e repercutidas pelo Brasil 247, pessoas próximas à família Bolsonaro afirmaram que o senador deixou o Brasil numa aeronave particular com destino à Flórida. De acordo com essas fontes, o avião já estaria em voo. A notícia foi divulgada poucas horas depois de Flávio descumprir o prazo estabelecido pelo Supremo Tribunal Federal para entregar seus passaportes à Polícia Federal, medida determinada pelo ministro Alexandre de Moraes no contexto de uma investigação sobre suspeitas de lavagem de dinheiro.
A informação representa uma mudança importante em relação às notícias divulgadas durante a madrugada e a manhã, quando a possibilidade de uma saída do país era tratada exclusivamente como uma suspeita em verificação. Agora, uma reportagem brasileira afirma ter recebido a confirmação de pessoas ligadas à própria família do senador. Entretanto, até o momento desta apuração, a Polícia Federal não havia confirmado oficialmente o embarque, a identidade dos passageiros ou a chegada de Flávio aos Estados Unidos. Também permanecem divergências entre os relatos sobre a movimentação da aeronave investigada e as informações fornecidas pelas autoridades argentinas.
A reportagem de Isadora Teixeira, do Metrópoles, afirma que o destino final da viagem seria a Flórida, estado americano onde integrantes da família Bolsonaro mantêm relações políticas e onde reside Eduardo Bolsonaro. O veículo não identificou nominalmente as fontes familiares que confirmaram a suposta saída nem apresentou registros de embarque ou documentos de controle migratório. A informação, portanto, precisa continuar atribuída às fontes ouvidas pelo jornal enquanto as autoridades responsáveis verificam os acontecimentos.
O episódio ocorre numa sequência extraordinariamente rápida de acontecimentos políticos e judiciais. No domingo, Flávio Bolsonaro perdeu a eleição presidencial para Luiz Inácio Lula da Silva. Na segunda-feira, afirmou ter sido intimado a entregar os passaportes e cumprir uma proibição de saída do Brasil. Na manhã desta terça-feira, deixou transcorrer o prazo judicial sem apresentar os documentos à Polícia Federal. Poucas horas depois, surgiram relatos de pessoas próximas à família afirmando que ele havia embarcado num avião com destino aos Estados Unidos.
O descumprimento do prazo de entrega dos passaportes é o elemento concreto mais importante já confirmado pelas autoridades.
Segundo informações publicadas pela CNN Brasil, pelo R7 e pelo Metrópoles, o senador deveria apresentar seus documentos de viagem até as 11 horas desta terça-feira. Como a determinação não foi cumprida, a Polícia Federal providenciou o cancelamento dos passaportes comum e diplomático nos sistemas oficiais.
A corporação também deverá comunicar o descumprimento ao ministro Alexandre de Moraes, responsável pela decisão.
O cancelamento administrativo impede a utilização regular dos documentos nas condições previstas pela legislação, mas não esclarece, por si só, o paradeiro do parlamentar. A Polícia Federal continua responsável por apurar se houve tentativa de deixar o território brasileiro e por verificar eventual violação da proibição judicial de viagem.
A determinação de Moraes não se limitava à entrega física dos passaportes. O senador também estava proibido de sair do país e de manter contato com o advogado Willer Tomaz, investigado no mesmo procedimento.
A decisão integra um inquérito sobre suspeitas de movimentações financeiras irregulares, lavagem de dinheiro e relações empresariais envolvendo o senador, o advogado e negócios ligados ao setor de apostas eletrônicas.
Flávio Bolsonaro nega as irregularidades investigadas. A existência do inquérito não representa condenação criminal, e a responsabilização pelos fatos dependerá das provas reunidas e das decisões das autoridades competentes.
A suspeita de fuga começou a ganhar repercussão internacional ainda na madrugada desta terça-feira, quando o portal argentino Infobae publicou que o senador teria atravessado a fronteira entre Foz do Iguaçu, no Paraná, e Puerto Iguazú, na província argentina de Misiones.
Segundo a publicação, Flávio teria utilizado um documento de identidade para realizar a travessia e seguiria para os Estados Unidos numa aeronave executiva.
O avião mencionado era um Gulfstream G400, de matrícula LV-JQW, pertencente à empresa argentina Baires Fly S.A.
A aeronave havia partido de Buenos Aires na noite de segunda-feira e pousado em Puerto Iguazú às 23h42.
O Infobae informou que a empresa havia solicitado procedimentos migratórios e aduaneiros para quatro passageiros e três tripulantes. A decolagem internacional estava inicialmente prevista para a madrugada de terça-feira.
Entretanto, as primeiras verificações realizadas pela imprensa brasileira não identificaram o voo de saída no horário anunciado.
O UOL consultou dados do serviço Flightradar24 e encontrou o deslocamento entre Buenos Aires e Puerto Iguazú, mas não identificou uma decolagem posterior para os Estados Unidos.
O Metrópoles também publicou, durante a manhã, que a aeronave continuava na cidade argentina, segundo informações disponíveis em plataformas de rastreamento aéreo.
Posteriormente, o Correio Braziliense informou, com base em fontes da Polícia Federal, que uma partida prevista para a manhã havia sido cancelada antes da apresentação do plano de voo e da lista de passageiros.
Esses registros dizem respeito aos horários e às aeronaves examinados nas respectivas reportagens. Não permitem, isoladamente, confirmar nem descartar a possibilidade de um deslocamento posterior em outro avião.
A diferença é fundamental para interpretar a notícia divulgada às 13h41 pelo Metrópoles.
A nova reportagem afirma que pessoas próximas à família confirmaram a saída do senador e que uma aeronave estaria em voo. Mas não apresenta a identificação do avião, o número do voo, o aeroporto de partida nem os registros oficiais que permitiriam estabelecer se se trata do mesmo Gulfstream mencionado pelo Infobae ou de outra aeronave.
A confirmação independente dessas informações continua necessária.
A Polícia Federal acionou autoridades argentinas ainda durante a manhã para esclarecer se Flávio Bolsonaro havia atravessado a fronteira ou utilizado algum aeroporto do país vizinho.
Segundo apuração da Folha de S.Paulo, os primeiros levantamentos brasileiros não encontraram registros de saída do senador por postos regulares de controle migratório.
Na Argentina, a Direção Nacional de Migrações informou oficialmente que não havia registro de entrada de Flávio Bolsonaro no país.
Uma fonte do Ministério da Segurança argentino também negou à agência France-Presse que o senador tivesse ingressado em território nacional.
As autoridades argentinas afirmaram ter realizado verificações sobre a aeronave e sua tripulação depois da repercussão das informações publicadas pela imprensa.
Essa negativa oficial precisa ser considerada na apuração, assim como os relatos posteriores atribuídos a pessoas próximas à família Bolsonaro.
A ausência de registros migratórios pode ser compatível com diferentes situações, inclusive a possibilidade de que uma viagem anunciada não tenha ocorrido. Uma eventual travessia irregular, por outro lado, exigiria investigação e provas específicas.
Até agora, não foram apresentados publicamente documentos ou imagens que comprovem a entrada de Flávio na Argentina.
O caso tornou-se ainda mais delicado porque o próprio senador afirmou, na segunda-feira, que não possuía intenção de deixar o Brasil.
Em vídeo divulgado nas redes sociais, Flávio contou que havia sido abordado por agentes da Polícia Federal quando deixava a residência de seu pai, Jair Bolsonaro, em Brasília.
O parlamentar disse ter recebido a ordem de entregar seus passaportes e criticou a decisão do Supremo Tribunal Federal, classificando-a como uma tentativa de intimidação.
Na ocasião, declarou que cumpriria a determinação e apresentaria sua defesa pelos meios jurídicos disponíveis.
A afirmação contrasta com o fato confirmado nesta terça-feira: o prazo terminou sem que os documentos fossem entregues.
A ausência de cumprimento da ordem judicial exige esclarecimentos do senador e de sua defesa. Contudo, o descumprimento da obrigação de entregar os passaportes não demonstra automaticamente que tenha ocorrido fuga internacional.
A situação também envolve uma manifestação pública realizada por Eduardo Bolsonaro antes da eleição.
Em 23 de outubro, durante participação num programa americano apresentado pelo comentarista Steven Crowder, Eduardo defendeu que Flávio deixasse o Brasil caso fosse derrotado por Lula.
A declaração ganhou importância porque Eduardo vive nos Estados Unidos e enfrenta uma condenação criminal no Brasil relacionada à tentativa de pressionar autoridades brasileiras por meio de articulações internacionais.
Em outubro de 2026, o Supremo Tribunal Federal determinou providências para execução da pena imposta a Eduardo no processo por coação no curso do processo.
O ex-deputado permanece no exterior.
A recomendação para que Flávio também deixasse o Brasil passou a ser citada por parlamentares que solicitaram ao Judiciário medidas cautelares destinadas a evitar uma eventual fuga.
O senador rejeitou a associação entre a fala de Eduardo e sua própria conduta, afirmando que jamais havia manifestado a intenção de abandonar o território brasileiro.
As novas informações divulgadas nesta terça-feira tornam necessário esclarecer se houve mudança nessa decisão ou se os relatos sobre a saída do país estão equivocados.
A resposta depende da identificação da aeronave, da verificação de sua rota e da confirmação de quem efetivamente estava a bordo.
A situação jurídica é particularmente relevante porque o artigo 320 do Código de Processo Penal permite que a Justiça determine a proibição de saída do país e a entrega dos documentos de viagem como medidas cautelares.
Tais providências podem ser adotadas para preservar a eficácia de investigações e processos, desde que fundamentadas em critérios legais de necessidade e proporcionalidade.
A entrega do passaporte não representa condenação, mas seu descumprimento pode produzir consequências processuais.
Se uma saída irregular do Brasil for confirmada, as autoridades deverão verificar quando ocorreu, quais documentos foram utilizados, se o parlamentar havia sido formalmente intimado e se a viagem representou descumprimento consciente da ordem judicial.
Essas circunstâncias serão importantes para qualquer decisão posterior do Supremo Tribunal Federal.
A legislação prevê instrumentos para examinar violações de medidas cautelares, mas a adoção de novas restrições depende de decisão judicial fundamentada.
Não existe, portanto, consequência automática que dispense a análise das provas e o respeito às garantias constitucionais.
O procedimento que levou à proibição de viagem possui origem nas investigações sobre relações financeiras entre Flávio Bolsonaro e o advogado Willer Tomaz.
As apurações examinam possíveis movimentações de recursos em empresas vinculadas ao setor de apostas eletrônicas, além de relações bancárias e empresariais mantidas no Brasil e no exterior.
Documentos analisados pelos investigadores levantaram suspeitas sobre estruturas financeiras associadas ao advogado, incluindo empresas que operam internacionalmente.
Uma das sociedades examinadas é a Alcazar Holdings, sediada na Ilha da Madeira, em Portugal.
Reportagens publicadas nas últimas semanas revelaram informações bancárias que indicariam a existência de credenciais de acesso relacionadas ao nome do senador em estruturas financeiras ligadas a Willer Tomaz.
Esses elementos são investigados para esclarecer se houve movimentações ilícitas, ocultação de patrimônio ou utilização de terceiros em operações financeiras.
Flávio nega participação em irregularidades. A defesa de Willer Tomaz também contesta as suspeitas.
Na semana anterior à eleição, Alexandre de Moraes determinou o bloqueio de bens do advogado até o limite de R$ 6 bilhões.
O valor constitui o teto de uma medida cautelar patrimonial e não significa que tal quantia tenha sido comprovadamente desviada ou efetivamente encontrada pelas autoridades.
A decisão foi acompanhada de outras restrições relacionadas ao andamento das investigações.
Willer Tomaz havia deixado o Brasil, circunstância que também despertou atenção dos investigadores. Sua defesa sustenta que a viagem ocorreu antes de qualquer restrição judicial que a impedisse.
O caso demonstra a importância das relações financeiras e dos deslocamentos internacionais nas investigações atualmente em andamento.
Flávio também é investigado num procedimento relacionado ao financiamento do filme Dark Horse, produção sobre a trajetória política de Jair Bolsonaro.
A Polícia Federal examina a origem e a destinação de recursos ligados ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, controlador do antigo Banco Master, e sua eventual participação no financiamento da obra cinematográfica.
A investigação procura identificar beneficiários, movimentações financeiras e possíveis irregularidades.
Flávio reconheceu ter participado de conversas para obter financiamento privado para o projeto, mas sustenta que não houve prática criminosa.
Nenhum desses procedimentos autoriza antecipar sua responsabilidade penal.
A existência das investigações, entretanto, explica a relevância jurídica de uma eventual tentativa de deixar o país depois de receber uma proibição judicial.
O contexto político acrescenta outra dimensão ao episódio.
Flávio Bolsonaro foi derrotado por Lula no segundo turno da eleição presidencial realizada no domingo, 25 de outubro.
O presidente reeleito recebeu 64.256.232 votos, equivalentes a 51,79% dos votos válidos. Flávio obteve 59.826.041 votos, correspondentes a 48,21%.
A diferença superior a 4,4 milhões de votos encerrou uma disputa marcada por forte polarização e intensa mobilização eleitoral.
Depois da divulgação do resultado, o senador anunciou que não reconheceria a vitória de Lula e afirmou que procuraria a Justiça para pedir a anulação do pleito.
A alegação principal envolvia a decisão do ministro Cristiano Zanin de prorrogar o horário de votação diante de problemas de deslocamento enfrentados por eleitores em diferentes regiões.
Posteriormente, levantamentos realizados com os dados oficiais do Tribunal Superior Eleitoral demonstraram que apenas cerca de 34 mil votos haviam sido registrados depois das 17 horas, quantidade insuficiente para modificar o resultado nacional.
Na segunda-feira, depois de conversas com aliados e integrantes de sua equipe jurídica, Flávio recuou da iniciativa de pedir a anulação integral da votação.
O grupo político passou a discutir a possibilidade de apresentar uma ação eleitoral para questionar suposto abuso de poder econômico e político na campanha do presidente reeleito.
A derrota também terá consequências para a trajetória institucional do senador.
Seu mandato parlamentar termina no início de 2027, e ele não ocupará a Presidência da República.
A situação dos procedimentos criminais em andamento continuará submetida às decisões das autoridades competentes, observadas as regras sobre competência jurisdicional e prerrogativa de função.
A perda de um mandato não representa condenação nem elimina automaticamente todas as regras processuais relacionadas a fatos eventualmente praticados durante o exercício de funções públicas.
O episódio desta terça-feira, entretanto, tornou-se uma questão autônoma em relação à disputa eleitoral: esclarecer se um parlamentar submetido a uma ordem de proibição de saída deixou o Brasil sem autorização.
A resposta interessa à Justiça, às autoridades responsáveis pelo controle migratório e à sociedade brasileira.
Ela também deverá esclarecer as razões pelas quais os passaportes não foram entregues no prazo, apesar do compromisso público anteriormente assumido pelo senador.
O contraste entre as versões apresentadas ao longo do dia exige acompanhamento rigoroso.
Durante a madrugada, um veículo argentino divulgou a possibilidade de viagem por Puerto Iguazú.
Pela manhã, autoridades brasileiras verificaram registros de fronteira e acionaram órgãos argentinos.
A imprensa informou que o jato inicialmente mencionado não havia decolado no horário divulgado.
A Direção Nacional de Migrações da Argentina negou possuir registro de entrada do senador.
Às 11 horas, terminou o prazo para entrega dos passaportes sem cumprimento da determinação.
A Polícia Federal cancelou os documentos.
No início da tarde, a coluna Grande Angular afirmou ter recebido de pessoas próximas à família a confirmação de que Flávio havia deixado o Brasil e estava num avião rumo aos Estados Unidos.
São acontecimentos distintos, com níveis diferentes de comprovação.
A ordem do Supremo, o descumprimento do prazo e o cancelamento dos passaportes possuem confirmação jornalística sustentada por informações das autoridades competentes.
A suposta fuga permanece baseada, por enquanto, em relatos de fontes, diante da ausência de confirmação oficial sobre a viagem.
A distinção não diminui a importância da notícia. Ao contrário, permite compreender por que as autoridades precisam esclarecer rapidamente a situação.
Se Flávio Bolsonaro realmente estiver num avião rumo à Flórida, como afirmam as fontes ouvidas pelo Metrópoles, será necessário examinar as circunstâncias do deslocamento diante da proibição judicial.
Se a informação não se confirmar, a investigação deverá esclarecer as inconsistências que levaram à divulgação de versões tão diferentes sobre seu paradeiro.
A sociedade tem direito a informações verificáveis, especialmente quando se trata de uma personalidade que acaba de disputar a Presidência da República, recebeu quase 60 milhões de votos e está submetida a investigações criminais.
O mesmo princípio exige que suspeitas ainda não demonstradas não sejam apresentadas como fatos definitivamente estabelecidos.
O desafio das autoridades será reunir registros migratórios, informações aeroportuárias, identificação das aeronaves utilizadas e, quando necessário, dados obtidos por cooperação internacional.
A eventual chegada de Flávio aos Estados Unidos também dependerá de confirmação pelas autoridades responsáveis ou de outros elementos documentais independentes.
O episódio ganhou proporções internacionais num intervalo muito curto. Uma reportagem argentina desencadeou verificações policiais; jornais brasileiros publicaram relatos divergentes; documentos de viagem foram cancelados; e fontes próximas à família passaram a afirmar que o senador estaria em deslocamento para a América do Norte.
A sucessão demonstra como a situação jurídica de um personagem político pode produzir consequências que ultrapassam as fronteiras nacionais.
Mas a soberania brasileira e a aplicação de suas leis dependem de procedimentos institucionais, não de especulações sobre o destino de uma aeronave.
O Brasil possui mecanismos de cooperação internacional para apurar deslocamentos, verificar documentos e solicitar providências compatíveis com sua legislação e os compromissos assumidos com outros Estados.
Se forem identificadas violações de decisões judiciais, caberá às autoridades avaliar as medidas legalmente possíveis.
Até lá, permanecem duas informações centrais: Flávio Bolsonaro não entregou os passaportes no prazo determinado pelo Supremo Tribunal Federal, e uma reportagem afirma que pessoas próximas à sua família confirmaram sua saída para os Estados Unidos.
A Polícia Federal ainda precisa esclarecer se o senador efetivamente cruzou a fronteira, qual aeronave teria utilizado e se houve violação da ordem judicial. O descumprimento da entrega dos documentos já está confirmado; a fuga internacional, embora relatada por fontes familiares à imprensa, ainda depende de comprovação oficial.






