Da Redação
A disputa pelo maior queijo coalho do mundo ganhou um novo capítulo no Ceará. Durante a ExpoJaguar 2026, o município de Jaguaribe produziu uma peça de 2.610 quilos e superou o recorde que até então pertencia a Quixeramobim.
A produção mobilizou dezenas de trabalhadores e consumiu aproximadamente 26 mil litros de leite. O queijo foi preparado ao longo de vários dias e apresentado ao público durante a programação do evento agropecuário realizado no município.
O recorde anterior havia sido conquistado por Quixeramobim, que transformou o queijo gigante em um dos principais símbolos de sua feira de negócios e da força da pecuária leiteira da região.
Agora, Jaguaribe assume o posto e reacende uma disputa amistosa entre dois importantes polos produtores de leite do estado.
Mais que um recorde
A produção do queijo gigante tornou-se uma estratégia para promover a cadeia leiteira cearense, estimular o turismo e valorizar os produtores locais.
Além do impacto visual, a iniciativa chama atenção para a importância econômica da atividade leiteira em diversas regiões do Ceará, especialmente no interior, onde milhares de famílias dependem da produção de leite e de derivados.
Depois de concluída a pesagem e homologado o resultado, o queijo foi cortado e distribuído gratuitamente ao público presente na feira.
Disputa deve continuar
A conquista dificilmente encerrará a competição entre os municípios. A cada edição das principais feiras agropecuárias do estado, cresce a expectativa sobre uma nova tentativa de superar o recorde.
A chamada “guerra do queijo coalho” tornou-se uma tradição que mistura orgulho regional, promoção econômica e valorização de um dos alimentos mais característicos da culinária nordestina.
Se depender do histórico recente, o título de maior queijo coalho do mundo continuará mudando de cidade nos próximos anos, impulsionado pela rivalidade saudável entre os municípios e pela busca de maior visibilidade para a produção leiteira cearense.






